O Rouge, grupo que marcou os anos 2000, vai ganhar uma série documental novinha em folha! A produção já está sendo gravada e tem estreia prevista na HBO Max em 2026.
O documentário traz depoimentos inéditos de Aline Wirley, Fantine Thó, Karin Hils e Lu Andrade. Elas vão relembrar tudo: os testes e audições no reality Popstars, exibido pelo SBT em 2002, a formação do grupo e o sucesso que veio logo depois.
Ao longo dos episódios, o público também vai ver os bastidores menos conhecidos, como os conflitos internos, as separações, os rumores de brigas e os caminhos individuais que cada uma seguiu após o fim da banda.
Quem não participa do projeto é Li Martins. Ela ficou fora das fotos de divulgação, o que levantou várias especulações entre os fãs. Depois, foi confirmado: Li foi convidada, sim, mas decidiu não participar do documentário.
Nas redes sociais, a cantora respondeu a um comentário crítico sobre sua ausência. Uma seguidora insinuou que ela estaria “atrás de dinheiro”, citando declarações feitas por Li após a morte do marido, JP Mantovani, em 2025. Sem entrar em polêmica, Li respondeu apenas com uma pergunta direta: “Você toparia tudo por dinheiro?”
A HBO Brasil também se pronunciou, explicando que o convite foi feito para todas as integrantes, mas que a história será contada por Luciana, Aline, Karin e Fantine.
Com direção de Tatiana Issa — a mesma de documentários de sucesso como Pacto Brutal e O Assassinato de Daniella Perez —, a série vai mostrar toda a trajetória do Rouge: da formação do quinteto ao estouro com hits como “Ragatanga”, o fim do grupo em 2006 e até a turnê comemorativa de 15 anos, realizada em 2018.
Os fãs podem se preparar: Vem muita nostalgia por aí!
A dupla sertaneja Fernando e Sorocaba se tornou a primeira do Brasil a se apresentar no famoso palco do Grand Ole Opry, em Nashville, nos Estados Unidos — o espaço mais tradicional da música country mundial. A apresentação virou um documentário disponível no YouTube.
O convite veio do cantor americano Dustin Lynch, grande nome do country, que se aproximou da dupla após a parceria na música “Gosta de Caras Assim”, do projeto “Nash”. Eles já haviam cantado juntos no Jaguariúna Rodeo Festival, e agora celebraram essa parceria no palco histórico.
Sorocaba contou que o momento foi “surreal” e a realização de um sonho. Fernando destacou que a apresentação mostra que a música não tem fronteiras e representa um marco para o sertanejo e para a cultura brasileira.
Adriane Galisteu voltou a falar sobre seu relacionamento com Ayrton Senna, revelando não só detalhes íntimos, mas também as tensões que permanecem entre ela e a família do tricampeão de Fórmula 1. No quinto episódio da segunda temporada de “Barras Invisíveis”, série documental da própria apresentadora, ela fez um desabafo sobre a atitude dos familiares de Senna de a excluírem da história do piloto, e revelou o motivo por trás dessa intriga.
“Sofro um apagamento não é de agora, é da vida inteira. Mas eles não vão conseguir me apagar. Podem contar uma história muito diferente da que vivi, mas estou viva para contar a minha versão. Quem viveu com o Senna 24 horas, dormiu, acordou, se divertiu, chorou, fomos eu e ele. Podem fazer o que quiser, vou continuar sendo indigesta e está tudo bem”, disse a apresentadora.
Mas qual foi o motivo? Segundo Adriane, a família teria se assustado com as mudanças de Senna. “A família só sabia lidar com o Ayrton focado, metódico, sério, que só usava a roupa do patrocinador, com a mãe que fazia a mala dele. Nesse um ano e meio que ficamos juntos, vimos a família dele três vezes. Nos reencontros, Ayrton estava com cabelo grande, barba por fazer… No auge da minha maturidade hoje, sei o quanto isso mexeu com eles. Porque eles conheciam um Senna de um jeito, e ao me conhecer, ele ficou de outro”, relembrou ela, destacando que a família se incomodou com a leveza que ela proporcionava.
Adriane Galisteu também comentou sobre uma briga que teve com Viviane Senna, irmã do piloto: “A gente estava em Angra dos Reis, eu comentei com o Ayrton que os sobrinhos tinham entupido a privada, (…) e ele discutiu com as crianças. A irmã dele me disse com todas as letras: ‘Ele é um tricampeão mundial, não é homem para resolver problemas normais’. O Senna amou esse momento de poder exercer o papel de tio, de fazer algo comum. Ele falou isso para mim”.
Ao longo do episódio, a artista destacou a importância de se comentar sobre o legado de Ayrton Senna: “A gente tem a obrigação de manter esse cara vivo. Todo mundo conhecia o piloto, o gênio, o dedicado, mas aqui a gente sabia como ele era fora das pistas. Senna era engraçado, simples. Ele era melhor ainda fora das pistas. Era também ciumento, ariano, briguento”.
Galisteu e Senna namoraram por cerca de um ano e meio, até a trágica morte do ídolo em 1994. No mês passado, durante a Rio2C, a apresentadora revelou que a sua versão do romance finalmente seria contada em uma nova série documental, com produção da HBO Max.
Quer saber das principais notícias do entretenimento e de promoções exclusivas? Siga @bandfmrio no Instagram.