O cantor Jeninho, também conhecido como MC Peão, vive o auge da sua carreira ao emplacar o hit “Peão Todo Tatuado” entre as músicas mais ouvidas do país. A faixa, gravada em parceria com a cantora Mariana Fagundes, alcançou o segundo lugar no ranking da Billboard Brasil Hot 100 e também liderou o Top Songs Brazil no Spotify.
Aos 25 anos, o artista goiano trilha uma trajetória marcada por mudanças e persistência. Antes de se dedicar à música, Jeninho sonhava em ser jogador de futebol e chegou a treinar intensamente dos 6 aos 15 anos. No entanto, decidiu abandonar o esporte ao perceber as dificuldades de crescimento na área sem contatos influentes.
Filho do produtor musical Jenner Mello, o cantor cresceu em meio ao universo artístico. O pai possui uma carreira consolidada, com centenas de composições e produções de sucesso no sertanejo. Esse ambiente despertou o interesse de Jeninho, que passou a investir em aulas de canto, dança, teatro e instrumentos ainda na juventude.
Sua trajetória começou como compositor, com músicas gravadas por artistas do sertanejo. O primeiro destaque nacional veio com a canção “Chega e Senta”, interpretada por John Amplificado. Mesmo assim, Jeninho desejava estar nos palcos como cantor e decidiu apostar no funk, enfrentando dificuldades até conseguir reconhecimento.
A virada aconteceu quando o artista passou a misturar o funk com elementos do sertanejo, criando uma identidade dentro do chamado “agrofunk”. O estilo ganhou força nas redes sociais e ajudou o cantor a conquistar visibilidade nacional.
Em 2023, Jeninho começou a viralizar ao abrir um show em Goiânia, chamando atenção pelo visual com chapéu — acessório que se tornou sua marca registrada. Pouco tempo depois, lançou músicas como “Chapeluda” e “Maria Barretão”, que consolidaram sua presença no cenário musical.
Para divulgar seu trabalho, o cantor chegou a acampar por dez dias na Festa do Peão de Barretos em 2025, estratégia que impulsionou suas redes sociais e ampliou sua base de fãs.
O grande sucesso veio com “Peão Todo Tatuado”, composta poucos dias antes de ser gravada. A música viralizou nas redes sociais, especialmente no TikTok, e rapidamente se tornou um dos maiores hits do momento.
Hoje, Jeninho segue produzindo novas músicas e consolidando seu nome como um dos principais representantes do agrofunk no Brasil, apostando em uma mistura de ritmos que dialoga diretamente com o público jovem e com a cultura sertaneja contemporânea.
A música “Estrelinha” foi lançada em 2018 e ficou famosa na voz de Marília Mendonça, que gravou a canção a convite da dupla Di Paullo e Paulino. Depois da morte precoce de Marília, a música virou ainda mais especial para os fãs.
A letra fala de alguém que morreu e pede para ser lembrado com alegria, dizendo que virou uma “estrelinha”. Segundo os compositores, Marília quis gravar a música assim que ouviu, porque lembrou do pai dela, que morreu quando ela era criança.
A canção foi escrita em 2017 por Luigi e Leandro, junto com Lucas Carvalho e Gabriel Rocha. Eles tiveram a ideia depois de ver uma pessoa na TV dizendo que não era bom contar para as crianças que quem morre vira estrela. Eles não concordaram, e essa frase acabou inspirando a letra. Enquanto escreviam, todos se emocionaram muito e até choraram.
Antes de chegar na voz de Marília e da dupla, “Estrelinha” quase foi gravada por outros cantores, como Marcos e Belutti e Zé Neto e Cristiano, que acabaram escolhendo outra música.
Luigi contou que só soube que Marília participaria da gravação um dia antes do DVD. Di Paullo e Paulino enviaram três músicas para ela escolher, mas assim que ouviu “Estrelinha”, Marília nem quis escutar as outras, porque lembrou do pai e se emocionou.
Em 2019, Marília homenageou o pai em uma postagem no Instagram, dizendo:
“Queria você aqui agora, mas Deus te quis aí, e é Ele quem sabe de tudo. Te amo eternamente! Cuidem e mimem muito seus papais, porque eu queria poder fazer isso com o meu! Saudades eternas.”
O cardeal norte-americano Robert Francis Prevost foi eleito novo papa nesta quinta-feira (8), no segundo dia de conclave, assumindo o nome de Leão XIV. Ele recebeu pelo menos 89 dos 133 votos dos cardeais, tornando-se o primeiro papa dos Estados Unidos e também o primeiro pontífice oriundo de um país de maioria protestante. Nascido em Chicago e com 69 anos, Prevost construiu boa parte de sua carreira eclesiástica na América Latina, especialmente no Peru, onde atuou como missionário e bispo.
Antes da eleição, ocupava cargos importantes no Vaticano, como prefeito do Dicastério para os Bispos e presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina. Conhecido por seu perfil discreto, é considerado reformista e próximo à linha de abertura promovida pelo papa Francisco.
Com formação sólida em teologia e direito canônico, Prevost tem longa trajetória na Igreja, incluindo momentos de destaque e polêmicas. Em 2023, foi acusado de ter acobertado casos de abuso sexual no Peru, mas a diocese local nega irregularidades e afirma que ele seguiu os protocolos da Igreja. O Vaticano ainda investiga o caso.
Prevost foi nomeado cardeal em 2023, menos de dois anos antes de ser eleito papa, um fato raro na história recente da Igreja Católica. Sua eleição marca uma continuidade do estilo reformista e pastoral iniciado por seu antecessor.
Ludmilla, nascida Ludmila Oliveira da Silva, é uma cantora, compositora e empresária brasileira que conquistou seu espaço no cenário musical com autenticidade, talento e uma trajetória inspiradora. Iniciou sua carreira como MC Beyoncé — nome artístico escolhido em homenagem à artista americana que tanto admira — e rapidamente chamou atenção ao lançar o hit “Fala Mal de Mim” em 2012, que viralizou nas redes sociais.
Seu talento, porém, já se manifestava muito antes. Ludmilla começou a cantar ainda criança, em rodas de pagode, e sua paixão pela música a impulsionou a seguir profissionalmente. Em 2014, já adotando o nome artístico Ludmilla, lançou seu álbum de estreia Hoje, que a consolidou como uma das vozes mais marcantes do pop e funk brasileiros. O sucesso foi tanto que faixas do álbum chegaram a compor a trilha sonora da novela Império.
Desde então, sua carreira só cresceu. Ludmilla se tornou a primeira artista afro-latina a atingir 1 bilhão de streams no Spotify, um marco histórico para a música latino-americana. Em 2022, seu álbum Numanice 2 lhe rendeu o prestigiado Grammy Latino, reforçando seu status como uma das artistas mais relevantes da atualidade.
Além da música, Ludmilla também explorou o mundo da atuação, participando da série Arcando Renegado, e segue expandindo seus horizontes criativos. Na vida pessoal, vive um relacionamento sólido com a dançarina Brunna Gonçalves, com quem é casada desde 2019. Em novembro de 2023, o casal anunciou que Brunna está passando por um processo de inseminação in vitro para se tornar mãe. Em breve, elas darão boas-vindas à primeira filha do casal, que se chamará Zuri.
Ícone de representatividade negra e LGBTQIA+, Ludmilla se tornou símbolo de resistência, orgulho e futuro para milhões de pessoas. Sua história é mais do que uma trajetória de sucesso na música — é um exemplo de como autenticidade, amor e perseverança podem transformar vidas e inspirar gerações.